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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

pitaco #26 - virginia woolf

Nome: The Death Of the Moth And Other Essays
Ano: 1942 (póstumo...)
De quem: Virginia Woolf

Nunca ter lido Virginia Woolf foi, por muito tempo, um pesar de leitora. Que me perdoem o drama, mas a culpa era tanta que comprei quatro livros antes de ler qualquer um, antes de saber se ia gostar, antes de conhecer a escrita. Virginia, nunca te li, sempre te amei.

Queria começar por "Profissões para mulheres e outros ensaios feministas", mas não tinha na banca. Esse foi o empecilho: não tinha na banca. Aí eu baixei o The Death of The Moth pra ler no Kobo (um  viva aos leitores digitais e ao domínio público).


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

pitaco #25 - george orwell

Livro: A Revolução dos Bichos (Animal Farm)
Ano: 1945
De quem: George Orwell

Eu queria ser dessas que chega aqui, meses depois do último pitaco postado, e faz um comentário qualquer sobre um livro aleatório sem se explicar. Mas não sou, então me explico: gente, tenho sofrido de falta de criatividade. Aguda. Trabalho consome muito disso (e ainda bem que posso criar!), mas, quando se vende o que se cria, criar por amor sempre fica com cara de tabela. E isso não é algo que eu goste de fazer.

Por isso, não tenho postado muito aqui. Geralmente direciono o que escrevo pro meu blog com cara de cafeteria podre de esquina, onde eu falo sobre dor no dedão (passou, 'credita? Viva longa, medicina!) e música, o tempo todo :)

Enfim, volto aqui, depois de meses, pra falar sobre um livro que fala de porcos. E cachorros. E vacas e animais de uma fazenda. E uma grande revolução.

A Revolução dos Bichos, do George Orwell, é um clássico. Foi publicado em 1945, durante a Guerra (poucos meses antes do fim) e isso não é mera coincidência.

Animais de uma fazenda resolvem se rebelar: como assim precisamos trabalhar e produzir para um bando de humanos que não nos agradecem e ainda usufruem e lucram em cima do nosso trabalho!? Que façamos por nós mesmos! Trabalhar para nós mesmos, para comer e viver melhor! Não seremos como os humanos, exploradores!


segunda-feira, 10 de março de 2014

rory gilmore reading project #3 - alice's adventures in wonderland

Nome: Alice's Adventures in Wonderland (Alice no País das Maravilhas)
Ano: 1865
De quem: Lewis Carroll

Um clássico da literatura infantil escrito no século dezenove. Cheio de simbologias, entrelinhas e personagens subjetivos, este livro divide opiniões quanto ao seu conteúdo. 





domingo, 16 de junho de 2013

especial: harry potter!

Coleção: Harry Potter
Anos: De 1997 a 2007
Quantos livros: 7

Primeiramente, devo dizer que eu nunca tinha lido Harry Potter antes. Ao me verem lendo estes livros, ouvi comentários como “Gi, as pessoas gostavam disso dez anos atrás.”; “Essa frase era engraçada, cinco anos atrás”; “Não tá meio atrasada pra rir do Hagrid?”, mas, quando eu estava em época de ler Harry Potter, me joguei de cabeça nos livros da Meg Cabot (Li a coleção de Diário de Princesa em uma semana rs) e não cheguei a lê-los.

Depois de uma sequência de vídeos de vloggers literários, me interessei e resolvi: preciso ler Harry Potter. Uma colega de sala foi me emprestando, escrevi sobre todos e aqui vão minhas impressões.


pitaco #4 - conan doyle

Livro: O Cão dos Baskerville
De quem: Arthur Conan Doyle
Ano: 1901

Como qualquer outro livro que tenha como autor Conan Doyle e, como personagem principal, Sherlock Holmes, “O Cão dos Baskerville” gira em torno de uma investigação policial. Sir Charles Baskerville foi brutalmente assassinado e deixara uma fortuna muito amigável como consolo a seu único herdeiro, o sobrinho Henry.



sábado, 15 de junho de 2013

pitaco #1 - jane austen

Livro: Persuasão
De quem: Jane Austen
Ano: 1818

Bem, meu primeiro contato com a Jane Austen foi com alguns contos aleatórios na internet, depois em livros didáticos, coletâneas de contos dos maiores autores literários britânicos, enfim. Sempre a tive como “Shakespeare feminino”, já que tinha visto comparações assim diversas vezes, mas preciso dizer: discordo. Jane Austen e Shakespeare tem uma diferença imensa na forma de escrever, no conteúdo de seus romances e em seus personagens.